Central Magazine

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026 às 17:55
Saiba porque o SMC ficou obsoleto!

Salve Galera ! Feliz 2026 para todos vocês !
Se bem que para o Bitcoin, 2026 poderá ser um ano distópico. Teremos mais um sinal de ruptura da teoria clássica dos ciclos de 4 anos, com um ano pós halving negativo. E foi uma pancada Família. Vela DeathStar no gráfico anual…

Vamos a uma pequena Retrospectiva 2025: BTC e ETH na mira desse ano atribulado, antes de cair nos gráficos!

2025 foi aquele ano com o mercado passando o ano inteiro alternando entre euforia institucional e porrada macro. O Bitcoin começou UpTober como era pra ser: ATH nos 126K e depois devolveu um pedaço grande do movimento no famoso flash-crash de 10/10.
Com o fim do ano marcado por correção e humor mais defensivo. Já o Ethereum teve seu momento de protagonista no meio do ano, renovando máxima histórica em agosto (com pico intradiário perto de 4,882), lembrando que volatilidade não pede licença.

A “notícia-mãe” do BTC em 2025 foi a consolidação do fluxo institucional via ETFs como força estrutural do mercado e novo “Nicho Alpha” deixando os mineradores relegados a segundo plano. Depois do halving, a emissão média virou ~450 BTC/dia (3,125 BTC por bloco, ~144 blocos/dia) e em dias de fluxo forte, os ETFs (e outros institucionais) podem “absorver” muito mais do que isso.

Retrospectiva 2025: BTC e ETH

Mesmo com performance do ano pressionada em alguns períodos, o dinheiro continuou entrando, especialmente no IBIT, que foi o rolo compressor de captação. E aqui está o ponto que muda o jogo: quando a demanda vem por um canal regulado, simples e recorrente (ETF), a dinâmica de oferta/demanda para de depender só de “narrativa de halving” e passa a ser também fluxo de alocação — daqueles que gestor repete mês após mês, com rebalancing, mandato e tudo. 

No campo regulatório/político, 2025 foi o ano em que os EUA pararam de flertar e começaram a assinar papel: teve ordem executiva criando reserva estratégica de bitcoin (com ativos apreendidos) e a máquina pública montando grupo de trabalho de mercados de ativos digitais. Mas tudo isso só pra concretar o piso. Nenhum alicerce ainda foi colocado. O “de verdade mesmo” veio com stablecoins: o GENIUS Act virou o tipo de marco que não faz barulho em candle, mas muda o tabuleiro de adoção, especialmente para a tese do Ethereum como infraestrutura de settlement e emissão de ativos tokenizados (RWAs)

Tecnicamente, o Ethereum fez o que o Ethereum faz: entregou upgrade grande, seguiu acelerando o ritmo e manteve-se na mesma faixa de preços de 4 anos atrás. Em 7 de maio rolou o Pectra, com foco em melhorias de UX e ajustes de camada base; e em 3 de dezembro veio o Fusaka, reforçando o “modo duas grandes atualizações por ano” e puxando otimizações ligadas a escalabilidade e experiência para usuários e devs.E enquanto isso o mercado institucional também foi “descobrindo” ETH do jeito dele (produto, ETF, fluxo), com o share institucional de Ethereum crescendo dentro do universo de ETFs cripto ao longo do ano.

Algumas pautas novas nasceram (e grudaram) em 2025:
– O “fim” da teoria do ciclo de 4 anos
Sobre ciclos: não é que o ciclo “morreu”, é que ele perdeu a exclusividade explicativa e o halving deixa de ser o evento protagonista dos ciclos — porque com ETFs e capital institucional, você tem um motor adicional de preço que pode suavizar, esticar ou interromper a cadência clássica (além de reduzir a dependência de varejo “emocionado” como principal marginal buyer).

– Ameaça quântica.
Sobre a ameaça quântica: ela é real por dois motivos chatos e práticos: O mundo já está migrando para padrões pós-quânticos (NIST publicou padrões finais em 2024) e a discussão da troca de criptografia em sistemas globais, que leva anos. No Bitcoin, a conversa deixou de ser meme e virou proposta concreta: tem debate técnico e propostas para migração de endereços/assinaturas resistentes a quantum, e o próprio ponto central é este: se levar 5–10 anos pra fazer direito, já estamos atrasados.

 É galera… 2025 será um ano que não ficará esquecido na memória dos crypto-traders.

BITCOIN: FECHAMENTO MENSAL

Gráfico Mensal O fechamento mensal de dezembro/2025 ficou com cara de “continuação do estrago de novembro”, não de recuperação. O corpo da vela não conseguiu reconquistar a EMA8 mensal, falhou em retestar a região do 0.768 (~96.9K) e também não entregou fechamento acima da vela anterior — isso, por si só, é um recado bem direto: o mercado não teve força para “puxar de volta” nem para sinalizar reversão imediata no macro.

Na leitura do indicador de BollingerBand Tripla do CCT SuperTrade2025, o preço segue preso na zona de venda, com rejeição na BB dev2 inferior (aquela região que, quando recuperada, costuma marcar retorno ao “miolo” da tendência). O detalhe que deixa isso ainda mais sensível é a compressão de volatilidade (BBWP ~8%): quando o BBWP chega nesses níveis, o mercado tende a ficar “silencioso” até o ponto em que um deslocamento direcional rompe o equilíbrio e a volatilidade expande. O sinal é de que a próxima pernada pode vir mais forte do que o comportamento recente sugere.

O bloco de volume/fluxo está alinhado com esse viés defensivo. O CVD apontando incremento de pressão vendedora indica que, dentro do mês, houve agressão dominando as execuções (mais venda batendo no bid do que compra levantando oferta). Isso combina com um mês que não consegue retomar médias curtas e termina “pesado”, mesmo sem uma volatilidade explosiva.

O VPVR mostra um ponto crucial: o POC desceu de ~96K para ~87.5K. Esse “rebaixamento” normalmente significa aceitação de preço mais baixo como zona de maior consenso de negociação (onde mais volume foi transacionado). Se o macro realmente virar negativo, esse novo POC tende a funcionar como âncora de valor (preço “puxa” para ele em retestes), e novo teto/resistência. Na prática: o que antes era um centro de gravidade em 96K vira overhead supply (oferta acima), e o mercado passa a aceitar 87.5K como “preço de equilíbrio”.

Se esse equilíbrio quebrar para baixo, o risco é o preço procurar zonas de volume abaixo e, no gráfico, o nível 0.5 (~70.8K) vira o próximo ímã macro bem óbvio inclusive com falha de volume no perfil até os 68K aprox.

Nos osciladores, o quadro fecha a tampa: RSI14 com divergência bearish de 3 drivers e Stoch KDJ também divergente/descendente descrevem um cenário típico de topo/mid-top sendo “resolvido” com perda de força compradora, mesmo com RSI ainda na zona bullish.

O MACD mensal cruzando bearish adiciona o componente de “mudança de regime”: não é só fraqueza pontual, é virada de momentum. Se o fechamento confirmar esse cruzamento com afastamento da média/sinal, a leitura mais objetiva para o início de 2026 é de tendência ficando mais negativa e mais difícil de reverter rapidamente, a menos que o preço volte a recuperar a EMA8 e, depois, reocupe a região do 0.768.

BITCOIN FECHAMENTO ANUAL
Fechamento Anual

No fechamento anual de 2025, o BTC entregou um recado bem mais “macro” do que emocional: depois da maior vela verde da história em 2024, o ano seguinte não conseguiu sustentar o preço fora da zona mais esticada de volatilidade. O candle de 2025 tentou esticar para cima (máxima em 126.2K), mas devolveu boa parte do movimento e fechou em 87.5K, aprox., abaixo do 0.768 (96.9K) e ainda acima do 0.618 (78.0K). Isso, sozinho, já é o retrato do ano: força estrutural de alta ainda existe, mas o mercado entrou em fase de digestão/distribuição em vez de continuação limpa.

E sim: isso quebra a “regrinha de bar” que muita gente repetia como se fosse lei natural (3 anos verdes e 1 vermelho). A diferença é que, em 2025, o Bitcoin já está muito mais acoplado a fluxo de capital institucional — e fluxo institucional tem uma coisa que o “romantismo do 1BTC=1BTC” não sustenta: realização de lucro. Fundo, ETF, desk e tesouraria não vivem de poesia; vivem de rebalance, controle de risco e “travar performance” quando o ativo estica demais. O resultado prático é que o ano pós-halving pode sim fechar vermelho e “matar a tese”, pois o ciclo passa a ser menos narrativo e mais mecânico.

Estamos fechando o ano com um padrão de candle Spinning Top (vela de indecisão com wicks longos), típica de mercado que tentou continuar o impulso, foi rejeitado no topo e também encontrou comprador mais abaixo — mas sem convicção suficiente para fechar forte.

A leitura das Bandas de Bolliger Triplas bate com isso: 2024 fechou acima da BB dev2 e 2025 fez a tentativa de alcançar a zona mais volátil (região da BB dev3). Em termos de price action, “dormir” acima da BBDev2 em times frames grandes exige MUITA FORÇA. Mais ainda para se manter acima com convicção. Podemos dizer que foi um movimento “natural” de busca de liquidez para recuperar forças, mais que uma correção.

O VPVR anual (desde a origem) com POC em ~67.5K, logo acima da linha 0.5 da “All-Time-Fibo”, é uma âncora bem importante para 2026 se o macro piorar. POC é o “preço mais aceito” historicamente: quando o mercado perde sustentação nas faixas altas, ele tende a ser atraído para a zona de maior negociação, porque é onde existe liquidez e memória de preço. Em cenário macro negativo, esse POC vira um ímã e também um “ponto de decisão”: ou o preço respeita e reverte (defendendo o valor justo), ou rompe e procura o próximo bolsão de volume mais abaixo.

Mesmo sem osciladores aqui, o price action ainda é de alta no horizonte longo (estrutura maior continua ascendente), mas a distância para a EMA8 anual sugere que o BTC pode dar uma pausa longa ou buscar reteste de média antes de voltar a acelerar. No gráfico o jogo fica bem simples: 78.0K (0.618) é o suporte de “tendência de alta ainda intacta”; perdendo isso, o mercado começa a olhar para o POC ~67.5K como alvo natural de aceitação; e o suporte mais profundo/estrutural fica na EMA8 anual ~48.5K, que seria um reteste bem mais duro, porém coerente com um regime macro de contração.

ETH mensal: 2025 foi “tentativa de expansão” Grafico ETH Mensal

O gráfico mensal do ETH/USDT fecha 2025 com uma mensagem bem clara: o mercado tentou esticar para zonas mais altas do range, mas não conseguiu sustentar aceitação. A máxima do ano foi agressiva, porém o fechamento em torno de ~3.0K deixa o preço abaixo da faixa do 0.5 (3.17K) e bem distante do 0.618 (3.59K), enquanto o topo do range relevante permanece mapeado em 0.768 (4.13K) e na região do 1 (4.96K). Em termos de leitura macro, isso costuma caracterizar rejeição de preços altos: houve apetite para testar as zonas superiores, mas faltou continuidade para transformar pavio em tendência.

A leitura do CCT SuperTrade2025 (BB tripla) reforça esse ponto porque o preço termina o ano sem consolidar acima das bandas de expansão. A região entre 0.5 e 0.618 voltou a se comportar como “teto de curto prazo”, e o ETH encerra o período em uma área que historicamente funciona mais como zona de disputa do que como “zona de aceleração”. Quando o mensal fecha assim, o mercado geralmente entra em modo “decisão”: ou constrói base acima de 0.5 para tentar reocupar 0.618, ou aceita novamente preços mais baixos, olhando para 0.382 (2.75K) como suporte primário e para 0.236 (2.23K) como suporte de defesa.

CVD e volume

O CVD no mensal aparece com leitura que sugere predominância de agressão vendedora durante o ano/trecho final do ciclo exibido: mesmo quando o preço tenta subir, a assinatura de fluxo indica mais execução batendo no bid do que “levantando oferta” com convicção. Isso costuma combinar com um ambiente de realização e distribuição, não com ambiente de acumulação limpa antes de uma pernada direcional forte.

O perfil de volume (VPVR), por sua vez, ajuda a entender por que o preço “trava” em certas faixas. O grosso do volume visível se concentra nas regiões intermediárias do range, sugerindo que o mercado mantém aceitação na zona de equilíbrio (próxima do miolo entre 2.7K e 3.2K), mas ainda não aceitou “morar” por muito tempo acima de 0.618. Em conjunturas assim, é comum ver o preço oscilar entre nós de volume: sobe, perde tração, volta para o ponto de consenso, e só depois escolhe direção com mais clareza.

ETH/BTC mensal

O painel ETH/BTC é o antídoto perfeito contra a narrativa fácil de “agora o dinheiro vai sair do BTC e migrar para ETH”. O que se vê é uma estrutura ainda marcada por topos descendentes e uma linha de tendência de baixa (diagonal) que continua dominando as tentativas de recuperação. A recente melhora parece muito mais um alívio técnico do que uma reversão macro: o preço volta a flertar com a média curta (EMA8) mas permanece pressionado pela região da EMA55 e pelas faixas superiores do canal/volatilidade.

O Stoch KDJ do ETH/BTC ajuda a contextualizar esse alívio: os valores (K ~33, D ~35, J ~28) mostram um movimento que saiu do fundo e ganhou tração, mas ainda longe de um regime de força sustentada. Oscilador em recuperação não é sinônimo de rotação estrutural; muitas vezes é apenas o reflexo normal de um mercado que saiu de sobrevenda e está “respirando” dentro de uma tendência maior ainda desfavorável.

Em linguagem direta para leitura de ciclo: se ETH/BTC não rompe a linha de baixa e não passa a imprimir sequência de fundos ascendentes com aceitação acima das médias mais lentas, a conclusão mais prudente é que o ETH segue se comportando como beta do mercado (sobe quando o mercado melhora e cai quando o mercado pesa), e não como ativo que está “tomando o bastão” do BTC.

O que esse conjunto de gráficos informa sobre a conjuntura

A conjuntura que emerge desses dois painéis é a de um mercado em que o BTC ainda dita o regime e o ETH continua oscilando entre “segue o fluxo” e “tenta recuperar protagonismo”, mas sem confirmação estrutural na razão ETH/BTC. Isso não invalida um rally do ETH em dólar; apenas sugere que, se houver alta, ela tende a acontecer mais por melhora do ambiente geral do que por uma rotação clara de liderança.

Para acompanhar 2026 com objetividade, os níveis do ETH/USDT fornecem um mapa simples:

  • Suportes: 2.75K (0.382) e 2.23K (0.236) como faixas de defesa; perda consistente dessas regiões reabre espaço para compressão mais profunda.

  • Zonas de retomada: reconquistar 3.17K (0.5) e, principalmente, 3.59K (0.618) é o que separa “range com alívio” de “tendência retomando”.

  • Teto macro: 4.13K (0.768) e a região de 4.96K (1) seguem como marcos onde o mercado, historicamente, precisa provar aceitação de preço — não apenas tocar e rejeitar.

No ETH/BTC, a leitura-chave é ainda mais simples: enquanto a linha de tendência de baixa permanecer intacta e as médias lentas continuarem atuando como barreira, a narrativa mais compatível com o gráfico é “recuperações dentro de um regime ainda frágil”, e não “virada de mão” do BTC para o ETH.

Projeção 2026: BTC, Ouro e Prata em um mercado mais “planejado”

A Projeção 2026: BTC, Ouro e Prata em um mercado mais “planejado” parte de um pano de fundo simples: os mercados tradicionais tendem a entrar em um regime de “planificação” quando a volatilidade ameaça estabilidade política e financeira. Isso aparece como mais intervenção, mais coordenação regulatória, mais incentivo indireto a certos fluxos (por exemplo, via produtos listados, regras de capital e fiscalização), e menos tolerância a “surpresas” sistêmicas. Em 2026, a consequência provável é um ambiente onde o retorno deixa de ser “livre e selvagem” e passa a ser mais condicionado por liquidez, risco regulatório e geopolitics.

No Bitcoin, esse cenário costuma produzir um paradoxo. Por um lado, a estrutura de demanda institucional via produtos regulados tende a continuar existindo, o que reduz a dependência de ciclos puramente narrativos e pode criar “piso psicológico” em quedas mais profundas. Por outro lado, esse mesmo capital institucional opera sob regras: rebalanceamento, controle de risco, realização de lucro e limite de exposição. Em 2026, a leitura mais coerente é de um BTC mais “financeirizado”: menos espaço para movimentos lineares longos sem pausas e mais probabilidade de pernas alternadas (impulso, correção, consolidação), com pontos de consenso sendo defendidos ou rejeitados conforme o regime de liquidez global.

A variável que mais tende a decidir o tom do ano é a combinação geopolítica + energia + cadeias de suprimentos. Se o mundo continuar operando sob fricção (sanções, conflitos regionais, risco de interrupção logística e pressões sobre commodities estratégicas), a preferência de portfólio tende a migrar para proteção. E aí Ouro e Prata entram como “termômetro”: o ouro costuma capturar o medo institucional e a busca por reserva de valor clássica; a prata, além de metal monetário, carrega componente industrial e costuma oscilar com mais amplitude quando o mercado alterna entre “recessão/risco” e “reaceleração/indústria”. Em termos práticos, quando a geopolítica pesa, o ouro normalmente lidera a proteção; quando a indústria volta a ganhar tração, a prata costuma “acordar” com mais volatilidade.

A correlação BTC vs. ouro em 2026 pode ficar menos binária e mais contextual. Em regime de aperto de liquidez (dólar forte, juros reais altos, aversão a risco), é comum o BTC sofrer mais do que o ouro no curto prazo, porque ainda é tratado como ativo de risco em vários mandatos. Já em regime de liquidez mais frouxa (queda de juros reais e reprecificação de risco), o BTC tende a reagir com beta maior, muitas vezes superando o ouro em performance. Ou seja: ouro e BTC podem até subir juntos em certos trechos, mas por motivos diferentes; o que importa é observar o “motor” do movimento, não apenas a direção.

Com o que os gráficos macro recentes sugerem, uma projeção útil para 2026 é pensar em três regimes:

Cenário 1: Planificação com risco controlado

O ambiente base seria uma economia global tentando evitar extremos, com autoridades buscando estabilidade e mercado andando de lado para cima. Nesse caso, o BTC tende a alternar fases de aceleração com realizações relativamente rápidas, enquanto o ouro mantém sustentação como hedge e a prata acompanha em ondas. O BTC pode trabalhar mais em range macro, com rompimentos exigindo gatilhos de liquidez.

Cenário 2: Choque geopolítico e fuga para proteção

Se houver escalada relevante (energia, conflito, sanções, evento sistêmico), o ouro tende a ser o primeiro destino. A prata pode inicialmente sofrer por risco industrial, mas costuma responder depois conforme a volatilidade se instala. O BTC, nesse cenário, depende do tipo de choque: em pânico de liquidez ele tende a cair junto com risco; em choque de confiança monetária, ele pode se recuperar mais rápido, mas geralmente após a primeira onda.

Cenário 3: Alívio macro e retomada de apetite por risco

Se a liquidez melhorar e o risco cair, o BTC tende a ter espaço para retomar tendência, com o ouro ficando mais estável e a prata podendo se beneficiar por “reflation/indústria”. Esse é o cenário em que a narrativa de “ativos escassos” ganha tração simultânea, mas ainda com o BTC sujeito a realização institucional em níveis esticados.

Amarrando tudo, a projeção se resolve na pergunta: o mundo estará em modo proteção ou em modo reaceleração? Se a resposta pender para proteção, ouro lidera e BTC precisa provar resiliência nos níveis de consenso. Se a resposta pender para reaceleração e liquidez, BTC tende a liderar o risco, enquanto prata ganha relevância por componente industrial e por acompanhar a rotação de ciclo. Em ambos os casos, a marca do “mercado planejado” deve ser a mesma: mais influência de fluxo institucional, mais realização técnica e menos espaço para movimentos “românticos” sem correção.

2026 parece menos sobre “adivinhar topo e fundo” e mais sobre identificar regime. Quem acertar o regime (liquidez, geopolítica e tolerância ao risco) tende a entender por que BTC, ouro e prata alternam liderança ao longo do ano.

⚠️ Aviso

 

Esta análise é apenas um estudo técnico e não representa recomendação de investimento.
O mercado de cripto é volátil e envolve riscos.
Faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões.
Invista com responsabilidade.

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